Latrina das Ideias
segunda-feira, 8 de junho de 2020
A SOCIEDADE EM REDE: A ERA DA INFORMAÇÃO ECONOMIA E SOCIEDADE E O PODER DA IDENTIDADE
terça-feira, 10 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Divulgando Projeto Promotores da Vida
A partir do dia 16 de janeiro, até o dia 30, estão abertas as inscrições do Projeto Promotores da Vida, uma parceria entre o Instituto Vital Brazil e a Petrobras. O projeto vai beneficiar 720 pessoas dos 11 municípios que fazem parte do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). São eles: Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Itaboraí, MAGÉ, Maricá, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Silva Jardim e Tanguá.
Os primeiros dois cursos com inscrições abertas são os de auxiliar técnico de biotério e auxiliar técnico de laboratório. Ambos serão ministrados na sede do Vital Brazil, em Niterói, e terão mínimo de 18 e máximo de 20 alunos. Os cursos serão totalmente gratuitos e as aulas estão previstas para começar no dia 6 de fevereiro.
Como são cursos de qualificação, 60% das aulas serão práticas. Ao final do curso, 20% dos alunos, aqueles que se destacarem, receberão uma bolsa da Petrobras para fazer estágio. “O objetivo é qualificar as pessoas em situação de vulnerabilidade social e trazê-las para o mercado de trabalho formal. Dentro do projeto existe um estudo de empresas que poderão absorver essa mão de obra”, disse Cláudio Maurício, diretor executivo do projeto.
Esses dois primeiros cursos contemplarão os moradores dos municípios de Niterói, parte de São Gonçalo e Maricá. Podem participar pessoas com idade entre 15 e 59 anos, que estejam matriculadas no ensino público (ou que sejam egressas da rede pública de ensino) e que tenham concluído o ensino fundamental. Para se inscrever, é preciso, ainda, estar desempregado ou empregado sem carteira de trabalho assinada e possuir renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.
As inscrições podem ser feitas pela internet ou pessoalmente (na sede do instituto, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30). Os candidatos deverão apresentar cópia do RG, do CPF, do título de eleitor e da carteira de trabalho; comprovante de residência; cópia do cartão do Programa Bolsa Família (caso possua); cópia da certidão de nascimento dos filhos (caso possua), comprovante de renda familiar (declaração de renda ou de hipossuficiência financeira); declaração de frequência escolar na escola pública no curso regular de educação básica (ensino fundamental ou médio) ou supletivo, ou cópia do certificado de conclusão do ensino médio ou fundamental; e, no caso de deficientes físicos, laudo médico que ateste a espécie de deficiência.
As aulas acontecem diariamente, em dois turnos. O curso de auxiliar técnico de biotério terá duração de três meses (360h/aula), das 8h às 12h. A duração do curso de auxiliar técnico de laboratório será de, aproximadamente, dois meses e meio (300h/aula), das 13h às 17h.
Serão dois ciclos de cursos por ano. Além do instituto, outros três polos estarão aptos a ministrar aulas: o Centro de Integração da Petrobras (em São Gonçalo), a sede do projeto (Campus Vital Brazil em Tanguá) e Fazenda Vital Brazil (Cachoeiras de Macacu). O projeto vai de encontro à intenção do Instituto Vital Brazil de se tornar um centro de ensino, por meio de cursos de qualificação e, futuramente, de especialização.
A iniciativa soma o investimento de quase R$ 1,8 milhão, sendo R$ 1,4 milhão por parte da Petrobras e R$ 163 mil por parte do instituto. A prefeitura de Tanguá, uma das cidades beneficiadas pelo projeto, também entrará com a quantia de R$ 163 mil.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Contribuindo com a seguinte questão do Obvious:
Ainda nem temos experiências suficientes e "legítimas de democracia de fato/na prática, no mundo (ainda é tudo muito financiado-teórico-conduzido-controlado-regulado-manipulado-pulverizado, só a contínua experimentação prática coletiva traduzirá o que poderá vir a ser essa tal "democracia"); temos apenas o início das fundações de um projeto de construção, já sentida por muitos, mas ainda subjetiva para a maioria ocupada com sua manutenção e sobrevivência".
Pensando através do tempo, podemos afirmar que até somos uma civilização caminhante (mesmo que "em passos lentos de formiga e sem vontade", já diz o poeta), nunca parada. Talvez nem haja uma evolução/transição para um "democrático", mas sim a continuidade de um processo que se dará gradualmente, como tudo que é possível ser experimentado - em altos e baixos (o fluxo e o refluxo).
E no "virtual" já estamos acelerados e acelerando esta permissão de experiência-processo em nós mesmos (não importa QUEM), a comunicação individual-global é um fato. E pouco importa se é áudio, vídeo ou com que estilo de escrita, símbolos, o importante é que tudo é signo que, de alguma forma, é "entendível", que se "resignifica" através de sua disseminação por inimagináveis contextos individuais. Afinal, o cérebro não precisa, necessariamente, de muitos símbolos/sígnos para ter entendimento, ou juízo, pois esse processo também resulta de necessidades e amadurecimentos individuais, diversamente contextualizados.
Com certeza "MUITOS" sairão mais críticos destas experimentações de liberdades (ninguém sairá mais o mesmo) que DEVEM e PRECISAM continuar democráticas, que apenas cada um cuide de suas próprias regulamentações de acordo com suas necessidades, amadurecimento e entendimento, sem INTERFERÊNCIAS de NINGUÉM, principalmente do Estado.
A intercomunicação/interação (que é hiper), é inerente a vida/existência (macro/"galáxias" e micro/"invisíveis") - tudo está, sempre esteve e estará infinitamente interagindo com tudo. Nós é que nos colocamos à parte, como "Superiores".
Dos tempos dos rabiscos nas cavernas e dos sinais de fumaça, às cores e modelitos das roupas, dos acessórios, das tatuagens, os gestos etc, tudo é sígno, tudo é comunicação, tudo é expressão, é revelação.
Ainda estamos aprendendo a nos expressar e no início é assim mesmo, como alguém já citou aqui nos comentários, por afinidade copiamos, reproduzimos e distribuímos, naturalmente também começaremos a filtrar mais esse "Copiar-Colar"...
É como a experiência antiga do microfone aberto em praça pública: as pessoas chegam, olham curiosamente o microfone e ao redor sem dizer nada, outras começam a falar mal dos vizinhos, contam piadas preconceituosas, se queixam dos traídores, xingam, berram, fazem gracinha e, quando começam a aparecer os que reclamam seus direitos, questionam os políticos, criticam o sistema, elas próprias se intimidam. Ou seja, "desenvolvem" o bom senso, a auto-crítica... talvez também vá por aí.
Senão, não se esqueça: no virtual você mesmo tem o poder divino de deus para mandá-los para o inferno (delete) alertando-os que estão no grupo/afinidade errado...
sábado, 24 de dezembro de 2011
Divulgando Magé - Aniversário do Barão de Mauá
Tel. (21) 3232-9524 - Cel. (21) 7119-8564
www.trembrasil.org.br
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Colaborando com a Denúncia
Silvio Tendler é um especialista em documentar a história brasileira. Já o fez a partir de João Goulart, Juscelino Kubitschek, Carlos Mariguela, Milton Santos, Glauber Rocha e outros nomes importantes. Em seu último documentário, Silvio não define nenhum personagem em particular, mas dá o alerta para uma grave questão que atualmente afeta a vida e a saúde dos brasileiros: o envenenamento a partir dos alimentos.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Divulgando Mosaico

Após o almoço, formamos dois grupos que discutiram e sugeriram algumas estratégias de comunicação e, em seguida, desenvolvemos e apresentamos um plano de comunicação para o Mosaico.Finalizamos as atividades agendando a próxima etapa, que será um “Encontrão” durante os dias 21, 22, 23, 24 e 25 de setembro, no qual serão realizadas as oficinas de capacitação radiofônica e de audiovisual para os interessados, que, além de se tornarem multiplicadores destas técnicas em suas comunidades, poderão formar uma equipe de produção usando as estratégias de comunicação para integrar o Mosaico. Faltou ainda definir onde ficará instalada definitivamente a rádio comunitária e o estúdio de produção audiovisual.
sábado, 13 de agosto de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Divulgando III Encontro no Mosaico
Desde o primeiro encontro as comunidades estão sendo convidadas a refletir sobre a comunicação dentro desta área preservada e o quanto a comunicação pode fortalecer os projetos desenvolvidos dentro do território do Mosaico.
Neste terceiro encontro será definido o grupo a receber o equipamento, que passará por uma formação específica para a utilização do equipamento.
Os dois primeiros encontros foram realizados no Parque Nacional da Serra dos Órgãos e este terceiro encontro será no Parque Estadual dos Três Picos, oportunizando a participação de outras comunidades do Mosaico Central Fluminense.
Todos os participantes dos encontros anteriores estão sendo convidados por e-mail, mas serão bem vindos também outros grupos e comunidades que façam parte do território do Mosaico, mesmo não tendo participado de todos os encontros.
PARQUE ESTADUAL DOS TRÊS PICOS
10h - Revisão da Caminhada - Linha do tempo, resumo dos encontros,
11h - Mosaico - Proposta de integração do Mosaico Central Fluminense através da rádio,
12h - Almoço
13h - Grupos: Discussão sobre um plano de comunicação para o Mosaico: Como utilizar as estratégias de comunicação para integrar o Mosaico Central Fluminense?
15h - Apresentação dos planos de comunicação para o Mosaico,
16h - Escolha da comunidade a ser beneficiada na plenária,
17h - Encerramento.
jaimebneto@ipanema.net
Divulgando trabalho-ideia-conjunta
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Cientistas descobrem como o vinho tinto protege o cérebro
sexta-feira, 12 de março de 2010
Introspecções
Insana e Temporária
caso apareçam,
domingo, 6 de setembro de 2009
Rádios Piratas???
Qual a diferença entre
Mídia Comercial/Corporativa e
Mídia Livre e Alternativa?
A grosso modo, a primeira é que poderia ser considerada a verdadeira Pirata, pois vive em luta pelo ouro, é manipuladora e mantenedora dos poderes constituídos. Comprometida apenas com seus interesses econômicos e com suas barganhas com a estrutura do poder, só a traindo quando esses seus próprios interesses são contrariados. Transforma informação em produto e mecanismo para chantagens contra essa mesma estrutura que a alimenta.
Já a segunda, como o próprio nome sugere, é uma possibilidade de liberdade - é experimental! -, o que não a exime de responsabilidades. Seu compromisso básico é difundir, o mais democraticamente possível, as informações, sem manipulá-las em prol do poder político ou econômico, mas as vezes poderá ser parcial com seus interesses coletivos. Uma rádio comunitária pode, até certo ponto, também ser enquadrada como livre. Vai depender do grupo que a compor. O problema é que há muita gente por aí, aproveitando a ingenuidade e desinformação da população e da falta de união no próprio movimento de rádios comunitárias, usando o discurso de comunitária para praticar dois crimes contra legislação de radiodifusão comunitária: o proselitismo religioso e partidário descarados e ganhando dinheiro (e não é pouco) com a venda de espaços publicitários para políticos, religiosos e comércio local. O que os torna proprietários daquilo que se propõe coletivo. São os apelidados de "micro-empresários" de rádios comunitárias.
E uma experiência comunitária, mesmo não havendo um padrão/modelo a ser seguido, até porque ainda é uma experiência pioneira e de acordo com cada realidade regional, há princípios a serem respeitados. Mas uma coisa é clara: tem que ter, inevitavelmente, a participação de atores dessa comunidade. Do contrário, pra que instituir uma associação para funcionar uma rádio comunitária, se ela não será legitimada pela própria comunidade na qual estará inserida?
Eis a questão... pensemos nisso!
E uma mídia totalmente livre não estará preocupada com as "regras" da legislação criada especificamente para atender a organização das rádios comunitárias. Se baseia, pura e simplesmente, no direito do indivíduo se expressar livremente por qualquer meio que seja. Seu compromisso é com o ideal para o qual tenha surgido, pode funcionar com algum "regulamento" proposto pelo coletivo que a pratica e não tem uma programação convencional, vai ao ar de acordo com a necessidade, com a realidade de seu propósito e pode acabar a qualquer momento em que o objetivo tenha sido alcançado. Não compactua com o desejo da posse de propriedades. Assim, não há a necessidade de se institucionalizar.
Depois que conheci a Lei 9612/98 (19/02/98), que instituiu o serviço de radiodifusão comunitária em nosso país - legislação vigente que propõe ordem à organização das rádios comunitárias. E fiquei sabendo que nosso país também é signatário da Convenção Americana dos Direitos Humanos (http://pfdc.pgr.mpf.gov.br/legislacao-pfdc/direitos-humanos/Pacto%20de%20San%20Jose%20da%20Costa%20Rica.pdf), mas conhecido como o Pacto de San José da Costa Rica (um Tratado Internacional de 1969, vigente internacionalmente a partir de julho de 1978 e ratificada pelo Brasil em setembro de 1992 ): “Esta Convenção consagra diversos direitos civis e políticos, entre outros: o direito ao reconhecimento da personalidade jurídica, o direito à vida, direito à integridade pessoal, direito à liberdade pessoal e garantias judiciais, direito à proteção da honra e reconhecimento à dignidade, à liberdade religiosa e de consciência, à liberdade de pensamento e de expressão, e o direito de livre associação.” [“(…) Se o exercício de tais direitos e liberdades não estiverem ainda assegurados na legislação ou outras disposições, os Estados membros estão obrigados a adotar as medidas legais ou de outro caráter para que venham a tornar-se efetivas (…)” - fonte: Wikipédia]. E por estar, no momento (há cinco anos), fazendo parte de um projeto de rádio comunitária em nosso município, por consequência envolvido no movimento de rádios comunitárias através de encontros, congressos, palestras, debates, etc.; minha interpretação dessa realidade sobre a questão de se institucionalizar é, de certa forma, pessimista. Se tudo isso é para “garantir” o já “garantido” direito das pessoas (todo ser humano) se organizarem para se expressarem (Artigo 5o. da Constituição Federal, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;), e nenhuma “garantia de fato” existe para se ter a liberdade e proteção para se fazer rádios livres e/ou comunitárias, só me vem uma questão à mente: Pra que então se institucionalizar?
Eis mais outra questão... pensemos nisso!
Bem, o tema exige maior aprofundamento e um certo conhecimento histórico de como foi construída, ao longo de nossos 500 aninhos, essa rede de "podres poderes". As sutilezas que estão por trás do potencial de informar, sugere também o de manipular - por isso a ideia de "Quarto Poder". Ficar apenas na superfície desta discussão, além de muito ingênuo, é muito perigoso, pois as interpretações por falta de informação, somadas aos conteúdos subjetivos e a ansiedade de opinar, podem nos antecipar conclusões e "verdades" equivocadas.
Depois tem mais...
Fernando Fernandes
Comunicador Popular












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